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Vacina Pfizer é 94% eficaz, aponta estudo israelense

O governo britânico anunciou nesta quarta-feira (2) que as imunizações com a vacina da Pfizer/BioNTech podem começar na próxima semana. JOEL SAGET AFP/Archivos
A principal seguradora de saúde de Israel anunciou neste domingo (14), uma redução de 94% nas infecções sintomáticas por coronavírus entre 600 mil pessoas que receberam duas doses da vacina Pfizer , na maior pesquisa do país até hoje.

A Organização de Manutenção da Saúde (HMO) Clalit, que cobre mais da metade dos israelenses, disse que o mesmo grupo também tinha 92% menos probabilidade de desenvolver uma doença grave causada pelo vírus.

A comparação foi feita com um grupo de mesmo tamanho, com histórico médico correspondente, que não havia recebido a vacina.

“Isso mostra, sem dúvida, que a vacina contra o coronavírus da Pfizer é extremamente eficaz na prática uma semana após a segunda dose, assim como foi encontrada em testes clínicos”, disse Ran Baliser, Diretor de Inovação da Clalit.

Ele acrescentou que os dados mostram que a vacina da Pfizer, desenvolvida em parceria com a alemã BioNTech, é ainda mais eficaz duas ou mais semanas após a segunda dose.

Pesquisadores do Instituto Weizmann de Ciência, que tabula dados nacionais, disseram no domingo que um declínio acentuado na hospitalização e doenças graves previamente identificadas entre o primeiro grupo a ser vacinado – com 60 anos ou mais – foi observado pela primeira vez em pessoas de 55 anos. E acima.

As hospitalizações e as doenças graves continuam a aumentar nos grupos de pessoas mais jovens que começaram a vacinação semanas depois.

Israel está executando um programa de vacinação rápida , e seu banco de dados fornece uma visão geral da eficácia das vacinas e onde os países podem obter imunidade comunitária.

Gazeta Brasil 

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