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Mesmo em ano difícil, a produção de energia solar cresceu 63% no país

Foto: Divulgação ENVO
Nos últimos anos, não tem sido difícil encontrar no topo de casas, estabelecimentos comerciais e indústrias no Estado cada vez mais placas viradas para o céu, voltadas para captar a energia solar. 

De pequenos painéis a longas fileiras se espalhando pelos tetos, essa alternativa energética tem crescido recentemente: entre 2019 e 2020, a capacidade de geração de energia elétrica limpa e renovável por meio do sol saltou de 4,6 gigawatts (GW) para 7,5 GW no país. Um crescimento de 63%, mesmo em meio a um ano desafiador, marcado pela pandemia.

A previsão é de que a tendência continue, e esse número alcance 12,6 GW neste ano. O cálculo da capacidade de geração inclui as usinas de grande porte (geração centralizada) e os pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos (geração distribuída). Esse dado representa mais da metade da potência instalada na usina hidrelétrica de Itaipu, a maior do Brasil e segunda maior do planeta.

O Rio Grande do Sul é o terceiro Estado com a maior potência instalada em todo o Brasil, somando 12,4% da capacidade nacional — atrás apenas de Minas Gerais, que tem 18,5% do total, e de São Paulo, com 12,5%. Mas mesmo com o crescimento constante, a energia solar ainda está longe de ser uma das mais populares entre os brasileiros: apenas 1,4% da oferta de energia elétrica foi gerada pela fonte solar no ano passado.

Apesar do investimento inicial alto, a energia solar é vista como a principal fonte a encabeçar a retomada verde no país e a transição para uma economia 100% limpa e renovável, seguida da eólica, hidrelétrica e do gás natural.

Fonte: GZH

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