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Leite diz que gaúchos podem receber vacina contra Coronavírus em janeiro

O estado vai adquirir seringas para imunização em massa

Foto: Reprodução/Palácio Piratini 
O governador Eduardo Leite se manifestou nesta terça-feira (20/10) a respeito do anúncio de que o Ministério da Saúde comprará 46 milhões de doses da vacina chinesa Coronavac. Leite, junto da secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, e outros 23 governadores participaram de uma reunião com o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

De acordo com Leite, o governo federal vai liderar o processo de compras das vacinas, e ele espera que o Rio Grande do Sul recebe as primeiras doses ainda em janeiro de 2021.

“O governo federal tem sido bastante leal, correto, republicano no tratamento dessa questão. Não há e nem pode haver uma disputa entre os Estados sobre quem vai comprar (doses de vacina) na frente. Não faz sentido nenhum que, em um país como o nosso, haja disputa entre Estados por aquisição de vacinas. O Ministério da Saúde deve liderar, organizar e fazer a aquisição e a distribuição dessas vacinas, que temos expectativa já para o mês de janeiro”, afirmou o governador Leite ao final do encontro.

Pazuello ainda afirmou que foi montada uma força-tarefa interministerial para formular um plano nacional de imunização, incluindo um cronograma de vacinação e os grupos prioritários, e que a expectativa de divulgação é para o mês de novembro.

“O governo do RS já está se antecipando para fazer a aquisição de materiais como seringas e agulhas, e também a organização de espaço para o armazenamento dessas vacinas dentro desse programa nacional de imunização. O nosso governo está comprometido em garantir todas as condições de vacinação para a população gaúcha”, afirmou Leite.

A expectativa do RS é iniciar a vacinação ainda durante o primeiro trimestre de 2021, o que daria tempo para começar a imunizar parte da população antes do próximo inverno.

“A reunião de hoje foi muito boa e, agora, aguardamos pelo planejamento, que ainda está sendo montado pelo Ministério da Saúde, em relação à cobertura vacinal e quais serão os grupos prioritários, porque isso depende ainda de estudos e, especialmente, da quantidade de doses disponíveis que serão adquiridas”, ressaltou a secretária Arita.

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