Saúde

Bossoroca e você de olhos abertos contra a dengue

Enquanto se vive uma pandemia por conta do coronavírus, o Rio Grande do Sul registrou o maior número de mortes por dengue desde 2010. O Estado tem seis óbitos pela doença de janeiro a maio deste ano. Antes disso, contabilizávamos uma vítima fatal, em 2010, e duas mortes, em 2015. O aumento no número de mortes está relacionado à quantidade de casos confirmados. São 387 municípios infestados pelo Aedes aegypti, ou seja 77,8% das cidades gaúchas .

Segundo o Centro Estadual de Vigilância em Saúde, 3.563 casos foram confirmados, sendo 3.277 casos autóctones, isto é, contraídos dentro do território gaúcho. Se a quantidade de novos casos seguir, 2020 pode ser o pior ano em número de casos da série histórica, superando o pico de 2010.

Neste momento em que as pessoas estão em casa, devem realizar limpeza dos pátios, dos terrenos, não armazenar água, isso evita criadouros de mosquitos.

Os casos fatais da dengue foram registrados em Santo Ângelo, nas Missões, com duas mortes; Santo Cristo, no Noroeste, com três vítimas fatais; e Venâncio Aires, no Vale do Rio Pardo, com um óbito.

A região Noroeste é considerada a de maior índice de infestação pelo Aedes. O motivo seria a questão socioambiental. Pelo clima mais favorável ao mosquito e pela população acabar relaxando os cuidados de evitar água parada .

Conforme dados da SES, dos casos autóctones, 73,5% correspondem a moradores dos municípios de Cerro Largo, Santo Ângelo, Venâncio Aires, Santa Rosa, Santo Cristo, Constantina, Coronel Bicaco, Palmitinho e Três Passos.

Sempre trabalhamos para que não ocorra óbito por dengue. Nesses locais, além dos cuidados com focos do mosquito, os moradores podem usar repelentes como forma de proteção.

A Secretaria Municipal de Saúde de Bossoroca pede o apoio de toda a população bossoroquense para vencermos essa luta.

Fonte: ESF Bairro Bomfim / Secretaria Municipal de Saúde de Bossoroca 

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