Politica

“Quem garante que mortes por pneumonia não foram registradas como Covid?”, questiona Guilherme Fiuza

Foto: Joven Pan
O jornalista e escritor Guilherme Fiuza foi o responsável por colocar uma pulga atrás da orelha dos seus seguidores que o acompanham pelas redes sociais. Ao citar uma matéria da Rede Record sobre uma negativa à relação da redução de óbitos por pneumonia e demais doenças durante a pandemia do novo coronavírus, com estatísticas erradas sobre a Covid-19.

Por meio do seu twitter, Fiuza ilustrou com números a redução de mortes por pneumonia e ataques cardíacos, comparado a 2019, e o aumento do número de mortes por coronavírus, tudo na mesma época.

“Quantos médicos estarão dispostos a garantir que nenhuma morte por pneumonia foi para a estatística de covid-19 sem que o coronavírus tenha provocado essa morte? Quando o Brasil atingiu 100 mil mortos por Covid-19, o registro civil mostrava uma queda de 34.355 mortes por pneumonia em relação ao mesmo período de 2019”, postou.

Fiuza ainda apontou mais dados e deixou questionamentos para quem é “cético” com as afirmações dele.

“Se vocês deixarem, vamos continuar: é normal uma redução de quase um quarto (22,6%) dos óbitos por infarto de um ano para o outro? Não é normal, certo? Então será que vocês, que têm a verdade, poderiam explicar aos ignorantes esse fenômeno exatamente no período da pandemia?”

O escritor colocou suas indagações e dados nas redes e muitas pessoas compartilharam do mesmo pensamento do escritor. Recentemente, na Inglaterra, o número de mortes caiu em 5 mil após uma recontagem.

Fonte: Terra Brasil Notícias


Conversa

1. O Jornal da Record fez matéria de 2’39” classificando como “fake news da internet” a constatação da queda acentuada de óbitos por pneumonia este ano e a relação disso com uma possível distorção na estatística de mortos por covid-19. Vamos ver quem está desinformando. (segue)
590
22,5 mil
2. A Record ouviu um médico para afirmar que não há como uma morte entrar na estatística da covid-19 se a causa dessa morte não foi covid-19. Curioso. Uma pesquisa do Instituto Superior de Saúde da Itália constatou que em pelo menos 70% dos óbitos atribuídos à covid-19 (segue)
46
9,4 mil
3. ...houve outras causas para a morte, que pode ter sido acelerada ou não pelo coronavírus. Quantos médicos estarão dispostos a garantir que nenhuma morte por pneumonia foi para a estatística de covid-19 sem que o coronavírus tenha provocado essa morte? (segue)
21
8,6 mil
4. Se as causas concorrentes tornam difícil para os próprios médicos, em muitos casos, estabelecer o exato motivo de um falecimento, por que o ato de considerar essa questão importante e trazê-la à tona é classificado como “fake news”? (segue)
15
8,3 mil
5. Quando o Brasil atingiu 100 mil mortos por covid-19, o registro civil mostrava uma queda de 34.355 mortes por pneumonia em relação ao mesmo período de 2019. Vocês que são os portadores da verdade poderiam explicar aos pobres mortais essa redução em mais de um terço (segue)
27
8,9 mil
Em resposta a
7. Se vocês deixarem, vamos continuar: é normal uma redução de quase um quarto (22,6%) dos óbitos por infarto de um ano p/ outro? Não é normal, certo? Então será q vocês, que têm a verdade, poderiam explicar aos ignorantes esse fenômeno exatamente no período da pandemia? (segue)
16
8,6 mil
8. Se a pergunta acima for considerada uma ofensa, um acinte ou uma blasfêmia pelos checadores da verdade não é preciso responder, ok? Não queremos constrangê-los. Mas se estiver tudo bem, vamos em frente. (segue)
15
8,1 mil
9. A redução de mortes por pneumonia e infarto também ocorreu, de forma acentuada e incomum, c/ óbitos por AVC, insuficiência respiratória e septicemia – totalizando 70.684 mortes a menos de 2019 p/ 2020, exatamente no período em q se registrou 100 mil mortes por covid-19 (segue)
21
8,4 mil
10. Repetindo: 70.684 mortes a menos. Se vocês têm tanta certeza de que não há atestados de óbito assinalando covid-19 p/ pessoas que TINHAM covid-19 mas não morreram DE covid-19, vcs poderiam explicar o “desaparecimento” de mais de 70 mil mortes nas estatísticas citadas? (segue)
34
8,6 mil
11. Devemos então celebrar mais de 70 mil vidas salvas pela epidemia de covid? Adendo: não estamos falando de câncer, doenças degenerativas e outros males fatais cujas vítimas possivelmente tb contraíram o coronavírus sem q ele tenha tido influência alguma nessas mortes. (segue)

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