Polícia

Casal acusado de matar o próprio filho solicita auxílio emergencial

O pequeno Joaquim morreu após receber altas doses de insulina em 2013

Guilherme Raymo Longo e Natália Mignone Ponte, padrasto e mãe do menino Joaquim Ponte Marques, são acusados do crime — Foto: Reprodução/EPTV
O técnico em TI Guilherme Longo, acusado pelo assassinato do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, solicitou o benefício de R$ 600 do auxílio emergencial, concedido pelo Governo Federal para o enfrentamento da crise causada pela pandemia do novo coronavírus. Caso seja aprovado, Longo pode receber até R$ 1.800 reais dos cofres públicos em três pagamentos. 

A prisão do padastro de Joaquim ocorreu no início de 2018, após ser capturado na Espanha, pela Polícia Internacional (Interpol). Ele é acusado de ter aplicado uma alta dose de insulina em Joaquim, que era diabético, com a intenção de matá-lo. Depois de praticar o crime, jogou o corpo do garoto em um córrego próximo à residência da família.

O corpo do menino foi encontrado no Rio Pardo, em Barretos, dias depois de ser dado como desaparecido. Na época, a criança vivia com a mãe, a psicóloga Natália Ponte e o padastro, na cidade de Ribeirão Preto. Natália também responde pelo crime, mas em liberdade.  A acusada solicitou o auxílio emergencial e aguarda na lista de análise. 

Guilherme Longo e Natália Ponte respondem por homicídio triplamente qualificado por motivo fútil, meio cruel e recurso que impossibilitou defesa.

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