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Auxílio emergencial do RS deve começar quando o benefício federal for suspenso, diz Leite

Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini
Ainda em estruturação pelo Piratini, o programa estadual de auxílio emergencial deve entrar em vigor a partir de julho, quando deixa de valer o benefício federal. A previsão foi confirmada nesta segunda-feira (1º) pelo governador Eduardo Leite:

"O governo do Estado sabe que isso é relevante e está buscando viabilizar auxílio emergencial para famílias que tenham especial necessidade de manutenção de algum apoio depois que o auxílio emergencial federal deixar de existir, o que deve acontecer no próximo mês. Estamos fechando essa proposta."

O governo do Estado já definiu que o programa não será pago enquanto houver benefício federal. De acordo com o governador, a ajuda estadual não incluirá todos os atuais beneficiários do auxílio.

"(Vamos) definir um programa de auxílio emergencial que vá suceder, não para todas as famílias, mas para aquelas de maior vulnerabilidade, e dentro das condições que o Estado tiver: apoio emergencial para famílias em vulnerabilidade. Isso ainda está sendo discutido, estruturado, estamos buscando identificar as fontes de recursos" afirmou o governador.

Há 10 dias, o governo do Estado divulgou os resultados de um estudo da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) sobre o impacto do coronavírus na renda dos gaúchos. Conforme o estudo, 14,8% da população gaúcha estão aptos a sacar as parcelas do auxílio emergencial do governo federal. Isso representa cerca de 1,6 milhão de pessoas que podem receber a ajuda. Desse total, há 85 mil mães solteiras.

O programa do governo federal prevê o pagamento de R$ 600 mensais, por três meses, para trabalhadores informais de grupos mais vulneráveis. As últimas transferências estão previstas para junho. 

Fonte: GaúchaZH 

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