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Argentina eleva alerta por gafanhotos em província junto ao Oeste Gaúcho

Autoridades da Argentina elevam nível de alerta por nuvem de gafanhotos em província que faz fronteira com o Oeste do Rio Grande do Sul.


Ontem (22), já havíamos noticiado sob a nossa fronteira gaúcha, que está em alerta por uma nuvem de gafanhotos. Mas a preocupação do governo da Argentina elevou o alerta.


O Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agro-Alimentar (SENASA), do governo da Argentina, aumentou o nível de alerta de “ameaça” para “perigo” na província argentina de Corrientes que faz fronteira com o Oeste do Rio Grande do Sul devido a uma nuvem de gafanhotos que surgiu ainda em maio no Paraguai e avança para Sul pelo território argentino.


A última posição da nuvem de gafanhotos informada pelas autoridades argentinas, na noite desta segunda-feira, indicava que a praga atuava na localidade de Perugorría, na província argentina de Corrientes, cerca de 200 quilômetros a Oeste de Uruguaiana. Segundo a SENASA, a tendência é que hoje a nuvem se deslocasse para Sul em direção à província argentina de Entre Rios e não para Leste rumo ao Brasil.


A trajetória dependerá muito das condições do tempo na região, para onde se prevê hoje mais uma jornada quente e com vento Norte moderado a forte.


O Paraguai tem enfrentado nos últimos anos problemas com gafanhotos, especialmente a região do Chaco, e com o tempo e seco deste ano os técnicos acreditam que a praga tenha avançado para Sul.


“Deve-se lembrar que em aproximadamente um quilômetro quadrado, até 40 milhões de insetos podem ser mobilizados, comendo pastagens equivalentes ao que 2.000 vacas podem consumir em um dia”, disse.

Segundo o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar, os insetos podem causar danos às culturas e aos pastos mas não às pessoas. “As nuvens de gafanhotos podem passar por comunas, vilas ou cidades, mas não causam danos diretos aos seres humanos. Podem causar danos às culturas e aos pastos, mas não constituem um risco para as pessoas”, diz um comunicado.


Em outra postagem, o Senasa mostra o prejuízo causado pela nuvem de gafanhotos em lavouras de milho e mandioca. “Notamos a presença de uma nuvem de gafanhoto do Paraguai, em Colonia Santo Domingo, na cidade do General Manuel Belgrano, Formosa. Vamos avaliar a densidade da população da peste e os danos causados ao milho e mandioca”.




Com informações da Metsul

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