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Dez pacientes recuperados do coronavírus recebem alta de hospital de Passo Fundo

Fotos: Diogo Zanatta
Dez pacientes recuperados do coronavírus receberam alta do Hospital de Clínicas de Passo Fundo, no Norte do Rio Grande do Sul, nas manhãs de sábado (2) e domingo (3). A cidade é a segunda com mais casos e número de mortes por Covid-19.

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, Passo Fundo tem 190 casos confirmados até a tarde desta segunda-feira (4) e 15 óbitos registrados.

Os pacientes foram homenageados por todos os profissionais do hospital, que retribuíram a homenagem. Segundo a instituição, até o momento, 25 pessoas receberam alta após a recuperação da doença no Hospital de Clínicas. Na cidade, já são 36 em recuperação.

Pacientes que receberam alta:

  • Homem, 39 anos, sem doenças, 14 dias de internação, residente em Passo Fundo
  • Homem, 48 anos, sem doenças, 11 dias de internação, residente em Passo Fundo
  • Mulher, 49 anos, sem doenças, 9 dias de internação, residente em Passo Fundo
  • Mulher, 72 anos, com doenças crônicas, 10 dias de internação, residente em Chapada
  • Homem, 20 anos, com doenças crônicas, 15 dias de internação, destes 6 dias em Unidade de Terapia Intensiva, residente em Passo Fundo
  • Homem, 64 anos, com doenças crônicas, 7 dias de internação, residente em Passo Fundo
  • Homem, 40 anos, sem doenças, 10 dias de internação, residente em Passo Fundo
  • Homem, 53 anos, sem doenças, 7 dias de internação, residente em Passo Fundo
  • Mulher, 24 anos, com doenças crônicas, 4 dias de internação, residente em Passo Fundo;
  • Mulher, 73 anos, com doenças crônicas, 20 dias de internação, destes 15 dias em UTI, residente em Passo Fundo


O microempresário Valdecir Vial, de 53 anos, ficou uma semana internado em leito clínico recebendo oxigênio. Embora não tenha precisado de entubação na UTI, ele descreve a ação do coronavírus no corpo como algo assustador.

"Falta de ar horrível. Sensação de afogamento. Horrível. Inexplicável. Dá a impressão que não vai resistir", comenta.

Valdecir realiza entregas de caminhão a supermercados de várias cidades gaúchas. Quando começou a pandemia, ele redobrou os cuidados. Passou a lavar as mãos frequentemente, levar álcool em gel na boleia e trocar o almoço em restaurantes por lanches dentro do veículo. Até mesmo as refeições com a família passaram a ser feitas em cômodos diferentes.

Mesmo assim, foi diagnosticado com a Covid-19. Por isso, se surpreende com algumas pessoas que circulam por Passo Fundo como se não houvesse a recomendação ao distanciamento social.

"A doença não brinca. Sigam todas as orientações médicas. A gente vê muitas pessoas que acham que não é nada, mas é bastante assustador. Só quem passa, que sente na pele, sabe o que é."

Fonte: G1 RS

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