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Suspeito de espancar cachorro até a morte em Santiago, diz que animal tinha atacado pet da irmã


O homem suspeito de ter espancado um cachorro de rua até a morte em Santiago, no último domingo, disse que o animal tinha atacado o pet da sua irmã, um cachorro pequeno, razão pela qual teria afastado o bicho com o pé e lhe agredido com o cabo de uma faca. Ele afirmou que não sabia que Juliano, como foi batizado o cachorro, tinha morrido.

Conforme a Polícia Civil, foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra ele, que dá conta de "um crime de menor potencial ofensivo", que é o crime ambiental, como o de crueldade contra os animais. Ele foi responsabilizado.

A polícia explica que, de modo a simplificar o processo, nesses casos, é possível, ao invés de instaurar um inquérito policial, lavrar o TCO, o que faz com que ele seja encaminhado ao Poder Judiciário imediatamente, registrados o suspeito de ser o autor do fato e a vítima, com a devida requisição dos exames periciais necessários. Como o fato já estaria esclarecido, não seriam necessárias, assim, diligências investigativas, como escutar testemunhas.

A pena para maus-tratos contra animais, em uma eventual condenação, é de três meses a um ano, além de multa.

Protesto
Reprodução

Um grupo de proteção aos animais de Santiago está organizando um protesto após a morte do cachorro. O protesto está marcado para iniciar às 16h deste sábado. O grupo deve sair em caminhada da Praça Moisés Vianna até Parque Zamperetti, local onde o animal foi morto.



Fonte: Diário de Santa Maria

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