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Novo sistema de emplacamento com padrão do Mercosul passa a valer no RS

RBSTV/Reprodução

Começou a ser adotada na tarde desta segunda-feira (17) em todo o Rio Grande do Sul, confecção de placas de veículos pelo novo sistema no padrão do Mercosul. 

As novas placas serão obrigatórias para emplacamentos de automóveis 0 km, transferências de cidade ou de propriedade e substituições de placas estragadas, perdidas, roubadas ou furtadas.

Para os veículos que já estão em circulação, será possível permanecer com o modelo atual pelo menos pelos próximos quatro anos.

A previsão é de que 35 mil placas sejam substituídas, por mês, no estado. "Em 5 minutos fica pronta a placa, no máximo 10 por causa da grande busca agora no início. Mas não vai passar disso", prevê a coordenadora de estampadora de placas Fernanda Alano.

Enquanto as placas de cor cinza custavam cerca de R$ 120, as do padrão Mercosul chegam a R$ 250 em Porto Alegre. A explicação são os elementos de segurança utilizados. "Vale o custo-benefício para ter segurança", observa o despachante Sérgio da Silva.

As novas placas são brancas e azuis, com o nome e a bandeira do país e o emblema do Mercosul. Elas têm quatro letras e três números e um código chamado QR Code, cujo objetivo é trazer maior segurança contra a clonagem.

Mais um elemento de segurança, um chip, que a princípio as placas padrão Mercosul deveriam ter, não foi incluído, nem tem previsão para integrar as placas.

O QR Code informa a polícia sobre modelo, chassis, cor e multas. Mas precisa ser lido de perto, com aplicativos para celular. Ainda assim, é melhor que as placas cinza.

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados pediu que Conselho Nacional de Trânsito adie a mudança das placas por seis meses até que todo sistema de segurança digital esteja implantado.

Mas o Detran diz que, mesmo que o adiamento seja concedido, não existe a possibilidade de voltar para o sistema anterior.

"Retroceder para a placa cinza seria primeiro um desrespeito muito grande com nosso clientes, com as revendas de veículos e com todos os envolvidos nesse sistema. Uma vez implantado, e implantado com sucesso, não tem mais como voltar atrás", observa Paulo Roberto Kopschina, diretor geral do Detran-RS.


G1

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