Polícia

Caso Eduarda completa um mês e investigação segue sem previsão de conclusão

Foto: G1

Há um mês, o corpo de Eduarda Herrera de Mello, de 9 anos, foi encontrado às margens da ERS-118, em Alvorada, na Região Metropolitana de Porto Alegre, em um caso que chocou o Rio Grande do Sul. A investigação segue, ainda sem solução, e a Polícia Civil deve pedir prorrogação do prazo para entregar o inquérito à Justiça.

Eduarda desapareceu da rua onde morava, no bairro Ruben Berta, em Porto Alegre, no dia 21 de outubro. Testemunhas relatam que ela foi raptada por um homem, enquanto brincava no local. Cerca de 12 horas depois, seu corpo foi encontrado. Um retrato falado de um suspeito chegou a ser divulgado.

O inquérito já acumula mais de 500 páginas. Os policiais só querem entregar os resultados da investigação quando puderem apontar suspeitos pela morte da criança. A equipe tem focado na identificação dos nomes apontados por denúncias anônimas como possíveis autores.

"Foram mais de 50 denúncias anônimas que indicavam, algumas, com pessoas repetidas, e outras individualmente", diz a diretora do Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (Deca), Adriana Costa, responsável pelo caso.

"Não temos como estabelecer prazo da investigação. O que podemos referir é que a polícia tem trabalhado diariamente nessa situação, é prioridade no departamento e contamos com apoio de outros para elucidar esse fato", completa.

O Deca não descarta nenhuma das três linhas iniciais da investigação: vingança contra a família, magia negra – já que havia restos de rituais religiosos no local onde estava o corpo –, e abuso sexual, que ainda é a hipótese mais provável.

Em busca de pistas os investigadores percorreram o trajeto entre a casa de Eduarda e o local onde o corpo foi encontrado. Eles recolheram imagens de 14 câmeras de segurança. Dessas, apenas duas continuam sendo analisadas e podem revelar alguma informação sobre o sequestrador.

Fonte: G1 RS

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