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Polícia prende suspeito de matar cunhada no RS

Carro usado pelo cunhado foi encontrado na quinta-feira (13) em um matagal na localidade de Morungava, em Gravataí — Foto: Jonas Campos/RBS TV

  A polícia prendeu neste sábado (15) Evandro Ferreira, suspeito de ter matado a cunhada Elaine Silva da Silva em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Ele foi encontrado em um hotel em Cruz Alta, no Noroeste do estado, onde estava hospedado usando nome falso.

  Na manhã de sexta (14), a Polícia Civil havia encaminhado à Justiça o pedido de prisão preventiva de Evandro. O corpo da vítima foi encontrado na tarde de quinta-feira (13) em um matagal em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

  Elaine e o cunhado estavam desaparecidos desde terça-feira (11), quando foram vistos pela última vez, em Cachoeirinha. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Leonel Baldasso, o corpo da mulher foi encontrado próximo ao carro que era usado pelo homem.

Segundo a polícia, o carro do suspeito deu entrada em um motel em Gravataí, logo após ter deixado a residência. "Ele entrou no motel, mas a vítima não foi vista dentro do carro. Temos a suspeita de que ela poderia já estar morta dentro do veículo. Ele disse para os funcionários que estava aguardando alguém que não apareceu. Ele pagou com cartão de crédito e foi embora", explica Baldasso.

O delegado ainda não tem informações sobre a forma com que a mulher teria sido morta. Foram constatadas lesões no corpo da vítima.

"O corpo dela estava seminu, embaixo do corpo estavam as roupas. Já o carro estava quase em um lugar inacessível. Testemunhas afirmaram que viram um homem caminhando pelo local", relata Baldasso.

O desaparecimento

Na última terça, Elaine, de 52 anos, e Evandro Ferreira, 42, teriam saído de casa, em Cachoeirinha, como de costume, por volta das 8h e não foram mais vistos. Eles viviam na mesma casa.

A irmã de Elaine e esposa de Evandro, Janete Silva, foi informada de que Elaine, que trabalha em uma revenda de carros da cidade, não teria aparecido. Foi então que ela entrou em contato com o marido, que estava indo ao curso profissionalizante em Gravataí, mas sem sucesso.

Os dois faziam o trajeto juntos diariamente. Elaine morava no andar de cima com os pais e outra irmã. No andar inferior viviam Evandro, Janete e a filha, de 15 anos.

G1

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